O número de inscritos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 chegou a 6.497.466. Segundo balanço publicado no site do Ministério da Educação, foram registradas 275.769 inscrições a mais que a edição do ano passado. O processo foi encerrado às 23h59 desta sexta-feira (15).
Os Estados que tiveram maior número de candidatos foram São Paulo (1.068.517), Minas Gerais (723.644), Rio de Janeiro (474.046), Bahia (458.101) e Rio Grande do Sul (394.641).
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a confirmação da inscrição só ocorre após o pagamento da taxa de R$ 35, que pode ser feito até 20 de junho. Alunos que estão cursando o terceiro ano do ensino médio em escola pública são isentos do pagamento.
As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de novembro, a partir de 13h (horário de Brasília). No primeiro dia, os participantes terão quatro horas e meia para fazer as provas de ciências humanas e da natureza. No segundo, será a vez das provas de matemática e linguagens, além da redação, com um total de cinco horas e meia de duração.
No ano passado, cerca de 6 milhões de estudantes se inscreveram no Enem, mas pouco mais de 5 milhões pagaram a taxa e se habilitaram para fazer a prova. Desde 2009, o exame ganhou mais importância porque passou a ser usado por instituições públicas de ensino superior como critério de seleção em substituição aos vestibulares tradicionais.
A participação no exame também é pré-requisito para quem quer participar de programas de financiamento e de acesso ao ensino superior, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Ciência sem Fronteiras. O Enem será aplicado nos dias 3 e 4 de novembro. A divulgação do gabarito está prevista para 7 de novembro, e o resultado final deve ser divulgado em 28 de dezembro. As informações são da Agência Brasil.
Tudo bem, mas eu queria que alguém me explicasse o que a Matemática tem em comum com redação e linguagens para as provas serem no mesmo dia... seria muito mais lógico que a prova de Matemática fosse junto com as de ciências humanas e da natureza, onde se concentram as perguntas de Física e de Química... Alguém mais concorda??
Uma reportagem publicada na Revista Veja em 2011 apresenta um professor que através de vídeos explica matemática (e outros assuntos também) para jovens e adultos de uma maneira simples e direta, e virou sucesso no mundo virtual. O nome do professor é Salman Khan e dentre milhares de admiradores está Bill Gates que até fez uma doação para a continuidade deste projeto que visa ensinar os mais variados assuntos de uma maneira mais fácil e compreensível. Abaixo estão alguns pontos interessantes da reportagem original e alguns comentários:
· Suas aulas duram de 10 a 20 minutos.
É o tempo que normalmente os professores tem disponível em sala de aula, entre fazer a chamada, “acalmar” os alunos, corrigir alguma tarefa de aula passa, etc. isso mostra que não é preciso “enrolar” para explicar alguma coisa, e quanto mais direta for a explicação, mais chances dos alunos entenderem o que se esta querendo dizer.
· “Meus professores eram enfadonhos. Dou aulas como as que gostaria de ter tido.”
Infelizmente a maioria dos professores não pensa assim, seja por falta de tempo ou de incentivo.
· Cada um aprende no seu tempo, repetindo a explicação quantas vezes achar necessário.
Muitas vezes isso não é possível na sala de aula, pois o professor tem que vencer o conteúdo, e um professor particular pode sair muito caro (e não ter tanta paciência) para repetir a explicação até que o aluno aprenda.
· Os especialistas atribuem o uso precário que se faz da web na educação ao despreparo dos professores.
A maioria dos professores não teve a preparação necessária para utilizar a web em suas aulas, ou se “especializaram” sozinhos ou simplesmente não a usam por não terem uma formação adequada. Sem contar que muitas vezes os recursos disponíveis nas escolas não é o ideal e ao terem que optar entre comprar os equipamentos necessários e ter gastos com internet, por exemplo, ou não utilizar computadores nas aulas e não ter gastos, a segunda opção é frequentemente a escolhida.
· Trabalha oito horas diárias, alem daquelas dedicadas a estudar assuntos em que não é especialista.
Novamente, a maioria dos professores não dispõe de tempo suficiente para preparar aulas, corrigir provas e trabalhos e ainda poder estudar conteúdos, quanto mais gravar aulas e fazer uploads.
É difícil afirmar porque os vídeos de Khan fazem tanto sucesso, mas talvez um dos fatores mais relevantes é que ele explica porque algumas coisas fazem sentido em matemática, como por exemplo o fato de "pegar emprestado" nas contas de subtração, conforme mostra este vídeo, sendo que na maioria das vezes os professores apenas mostram como se faz, e não porque dá certo.
o site do curso de Matemática da Universidade Federal do Paraná- UFPR, tem link's tanto para os cursos de graduação(licenciatura e bacharelado) quanto para as pós-graduações (especialização, mestrado e doutorado).
Vale a pena dar uma olhada, sempre tem atualizações de eventos ou palestras, para quem quiser participar, mesmo quem não estuda lá.
E se quiser conhecer o local, professores e quem sabe até estudar lá, uma sugestão é o Curso de Verão (http://www.mat.ufpr.br/verao/index.html). Fiz o Curso de Verão de Tópicos de Álgebra Linear em janeiro/fevereiro de 2011 e não me arrependi. Além do curso de Algebra Linear, participei de vários minicursos, simpósios e palestras, e apesar de não conseguir acompanhar tudo que vi (afinal, tinha apenas terminado o 2º ano da graduação) foi muito interessante para ter uma visão de que a matemática vai muito além do que vemos na faculdade...
feito pelo professor Ulysses Sodre, pode-se encontrar muita coisa sobre matemática lá, mas a parte que eu achei mais interessante e não conhecia até então é essa: http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/alegria/problemas/pcriativ.htm que traz uma série de problemas (ou quebra-cabeças) que podem ser resolvidos das mais variadas formas.
Além disso, tem muita coisa útil tanto para o ensino fundamental e médio quanto para o ensino superior, (várias vezes acabei chegando lá por acaso quando procurava por explicações para algum conteúdo de aula, na internet). Vale a pena dar uma olhada...
Uma dica pra quem está estudando Análise na Reta: no site do IMPA estão disponíveis os vídeos das aulas de Análise ministradas no curso de verão de 2011 pelo Prof. Elon Lages Lima (isso mesmo, o autor do livro Análise Real que usamos).
Como cada vídeo é de uma aula e tem cerca de duas horas, dependendo da velocidade da sua internet pode demorar um pouco para baixar cada vídeo, mas vale a pena, pois depois de baixado pode ser visto quantas vezes quiser, sempre que precisar.
Muito se fala hoje em dia em inclusão digital, fazer parte do mundo da informática, mas devemos levar em conta que a informática também deve fazer parte do nosso mundo, das nossas vidas, inclusive na sala de aula. Mas para isso, não basta apenas colocar um ou vários computadores com internet na sala de aula, mas sim saber utilizá-los e tirar deles o maior proveito possível. Isso não significa que devemos ser experts em todos os seus recursos, mas ter um mínimo de domínio das ferramentas que nos podem ser úteis na área da educação e estar aberto as inovações tecnológicas que possam surgir.
Dentre as inúmeras ferramentas pedagógicas que podemos encontrar na internet, vamos falar mais especificamente sobre o blog, a wiki, e a webquest, pois alem de serem as mais acessíveis, por sua simplicidade na hora de fazer as edições e postagens, quando bem utilizadas podem contribuir e muito para a aprendizagem dos alunos. Destacaremos as vantagens e desvantagens de cada um desses recursos, bem como daremos um olhar sobre cada um deles a partir do ponto de vista do aluno e do professor.
Comecemos pelo Blog. Sem dúvida é um dos meios de expressão de opinião mais utilizados hoje em dia, desde crianças e adolescentes, até profissionais das diversas áreas utilizam o blog para postar novidades acerca de um assunto de seu interesse, curiosidades e opiniões sobre os mais variados assuntos. Para o professor, manter um blog pode ser útil para aprofundar o conhecimento da turma sobre determinado assunto trabalhado em sala de aula, e também despertar a curiosidade dos alunos sobre outros assuntos, contribuindo assim para a sua formação geral, não só em uma matéria específica. A vantagem do blog é que as postagens seguem uma ordem cronológica, então, quando o aluno acessar a página, de imediato já é possível ver se o professor postou alguma novidade ou não. Para o aluno é interessante ter um blog voltado à sua aprendizagem para poder postar e compartilhar com os colegas o que ele aprendeu e no que ele ainda tem dúvidas, assim o professor também pode acompanhar seu desenvolvimento e ajudar no seu aprendizado, mesmo à distancia. Porem, manter um blog para cada matéria que o aluno tem na escola é meio trabalhoso, enquanto que utilizar um blog só para todas as matérias pode fazer com que o professor gaste mais tempo do que o disponível para visitá-lo se não houver uma certa organização.
O maior exemplo de que a Wiki funciona é a Wikipédia. Podemos até dizer que quem nunca utilizou um artigo de lá para se informar sobre algum assunto, mesmo que informalmente, não sabe como utilizar a internet. Apesar de ser uma pagina de escrita colaborativa, onde qualquer pessoa pode editar, e por isso mesmo não ser cem por cento confiável, é um dos meios mais rápidos de descobrir alguma coisa na internet, pois funciona como um dicionário, só que mais amplo, ao invés de dar apenas o significado das palavras possui algo a mais escrito, que pode ser desde um resumo, uma introdução, até uma abordagem completa sobre o assunto. Para o professor, ter uma wiki é quase como manter um site sem custo, onde o conteúdo pode ser postado e editado em uma ordem não necessariamente cronológica como no blog, com links para outras páginas, ou outros assuntos, assim ficando mais organizado e de fácil acesso. Para os alunos, editar a wiki durante a aula pode ser um meio de aprender em grupo, pois se um aluno postar alguma coisa errada, outro aluno pode ver e arrumar ou pedir para que o autor corrija. Porem, um ponto contra é que enquanto o blog aparentemente tem uma cara mais informal, e a postagem de curiosidades e opiniões é mais livre, a wiki, em contrapartida, parece-me mais formal, muito mais voltada para a sala de aula e seus conteúdos específicos, o que por vezes, se não for bem utilizada, pode causar um cansaço maior nos alunos, devido justamente à essa seriedade.
Por fim, a Webquest nasceu para a sala de aula. Para o professor é um local onde ele expõe uma atividade, orienta como fazê-la e os objetivos que deseja atingir. Para os alunos, utilizar o computador e a internet para aprender é muito mais atrativo do que o quadro ou o livro didático, por isso esse modo de ensino pode funcionar. Porem se uma atividade não for bem apresentada, com processo e objetivos bem definidos, pode deixar os alunos ainda mais “perdidos” e desinteressados da aula, mesmo tendo esses recursos ao seu dispor. Logo, a webquest não é um modo mais fácil do professor dar uma aula, mas um meio alternativo para ensinar, nem melhor nem pior que o tradicional.
Mas afinal, qual deles devo usar?
Tudo depende dos objetivos da aula. A webquest, pode-se dizer é feita pelo professor e para os alunos e utilizada em um conteúdo especifico. A wiki e o blog são mais contínuos, mas seu uso excessivo pode cansar os alunos, que normalmente utilizam a internet como forma de lazer. Defender estritamente o uso de um desses recursos (ou de todos eles) depende muito da forma como o professor dá encaminhamento à aula e do domínio que tem sobre os mesmos. Enquanto alguns professores conseguem manter o interesse dos alunos durante todo o ano letivo utilizando o mesmo recurso, outros mal conseguem que os alunos concluam uma postagem ou atualização, devido ao tipo de atividade que propõe. O mais certo que é q a internet deve complementar a atuação do professor em sala de aula, seja tirando dúvidas, propondo exercícios ou apenas interagindo com os alunos fora da escola, não querendo que a presença do professor seja integralmente substituída.
Sabe aqueles brincadeiras com números e calculadora, onde você começa escrevendo sua idade e encontra o ano do seu nascimento, ou coloca metade do seu telefone e a calculadora "adivinha" o final? Então, esses dias estava sem fazer nada, vendo o que tinha de novo no Facebook e me deparei com vários desses enigmas, mas o que mais chamou chamou a atenção foram alguns comentários do tipo:"nossa, como isso é possível?" e coisas do gênero, então, só pra mostrar que isso não é nada de mais resolvi tentar explicar um deles, só pra "perder a graça"..rsrsrs..
Teste com telefone (Faça com a calculadora):
1 - Digite os 4 primeiros números de seu telefone;
2 - multiplique por 80.
3 - some 1.
4 - multiplique por 250.
5 - some com os 4 últimos números do mesmo telefone.
6 - some com os 4 últimos números do mesmo telefone de novo.
7 - diminua 250.
8 - divida por 2.
EXPLICAÇÃO
Você começa digitando o inicio do telefone, nada de mais até aí. Em seguida multiplica por 80 soma um e multiplica por 250, ou seja, multiplica por 20250. Note que no 7º passo você vai diminuir 250, e depois dessa multiplicação só houveram somas então podemos simplificar e apenas multiplicar por 20000 o numero inicial, assim, teremos multiplicado por 2 e "colocado" quatro zeros no final. quando somarmos duas vezes o final do mesmo telefone, esses números tomarão o lugar dos zeros e nesse ponto teremos o dobro do nosso numero de telefone, logo dividindo por 2 é o numero correto. É interessante notar que durante o processo você acaba escrevendo o numero todo do seu telefone, então a calculadora não adivinha nada..rsrrs
Se você conhece alguma outra "adivinhação" desse tipo poste nos comentários...